quarta-feira, 5 de junho de 2013

Rosalba quer vice do PMDB

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O Nominuto.com destaca que otimista em dar a volta por cima, a governadora Rosalba Ciarlini não avalia o fato de ser filiada ao DEM, como empecilho ao projeto da reeleição. Para tanto, Rosalba conta com uma boa relação no planalto e aliados afinados com a Presidenta Dilma, como é o Presidente do Congresso Henrique Alves e o presidente nacional do PTB, Benito Gama.
A preocupação de Rosalba então é manter uma boa aliança no estado – isso sim vai viabilizar o seu projeto ou não. E dessa vez o DEM não quer o PMDB pela metade, mas participando inclusive da composição majoritária. E saindo com um bacurau legítimo na vaga de vice, o rosalbismo ganharia o empenho do Ministro Garibaldi e do Deputado Henrique Alves.
Resta saber quem toparia ser o vice-rosado, pesando a relação com o vice atual e a rejeição superior a marca dos 80%.

Pesquisa Agorasei: 16 anos seria idade mínima para pessoa responder criminalmente

A pesquisa realizada pelo Instituto Agorasei, no município de Caicó, também questionou junto à população estudada qual seria a idade ideal para que uma pessoa passe a responder por crimes cometidos. Com respostas estimuladas, 40.6% dos entrevistados afirmam que 16 anos seria a idade mínima, 21% dizem que não importa a idade para que uma pessoa vá para a cadeia, 14.2% apontaram os 15 anos, 8.7% os 12 anos, 7.1% os 14 anos, 4.1% os 17 anos, 3.8% os 13 anos e 0.5% não souberam responder.


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Pesquisa realizada pelo Instituto Agorasei revela que 91.8% dos caicoenses concordam com a redução da idade em que uma pessoa deve responder criminalmente por seus atos. Apenas 7.2% dos entrevistados são contra e 1% não soube responder. Os resultados da pesquisa mostram que a população de Caicó tem opinião muito parecida com a dos paulistas. Um trabalho realizado pelo Instituto Datafolha, em abril deste ano, mostrou que 93% dos paulistas são favoráveis a redução, enquanto 6% são contrários e 1% não soube responder.
Segundo o jornalista Josenildo Carlos, diretor do Instituto Agorasei, a semelhança de resultados entre os estudos se deve a dois fatores principais. “Primeiro, a exposição diária da violência na mídia massifica a opinião pública de norte a sul do país. Em segundo lugar, a interiorização da criminalidade é uma realidade presente não somente nos grandes centros urbanos, mas também nas pequenas cidades”, comentou.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Despesa de 118 milhões na visita do Papa


A visita do Papa Francisco vai custar aos cofres públicos brasileiros, entre o federal e os estaduais, uma nota preta de 118 milhões, segundo divulgaram os jornais. Se é que na conta final o valor não explode.
Até ser uma despesa inevitável para garantir presença tão ilustre, mas, certamente, é muito pouco condizente com uma presença franciscana que tem dado claros sinais de que reprova à ostentação.

João Maia defende Barragem de Oiticicas como interligação com os demais reservatórios do Seridó

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Para o coordenador da Bancada Federal do RN em Brasília, deputado federal João Maia (PR) a visita da presidenta Dilma Rousseff (PT) ao Rio Grande do Norte nesta segunda-feira (03) foi de grande importância para a consolidação de ações que desenvolvam várias regiões, principalmente o Seridó. Além de ter elogiado Dilma na entrega de retroescavadeiras e motoniveladoras a mais de 100 municípios, João Maia destacou o que deverá ser a mais importante obra feita pelo Governo Federal, em parceria com o Governo do Estado nas últimas décadas: a Barragem de Oiticicas, construída entre as cidades de Jucurutu, São Fernando e Jardim de Piranhas.
Com previsão de 10 dias para o início da montagem do canteiro de obras, e de dois anos para sua conclusão, a Barragem de Oiticicas precisa, na opinião do deputado João Maia interligar os demais reservatórios do Seridó, facilitando a convivência com seridoense com os efeitos da seca. “A Barragem permite um projeto adicional que é a interligação de bacias no Seridó. Precisamos construir Oiticica interligando com Cruzeta, Gargalheiras, Boqueirão, Passagem das Traíras, Itans, a gente poder fazer uma gestão das águas do Seridó, e permitir você controlar os alagamentos que existem no Vale do Açu”, reforçou.

PMDB diz a Dilma que revolta ameaça coligação


dilmatemerJosias de Souza informa que foi franca a conversa da cúpula do PMDB com Dilma Rousseff. Como previsto, reuniram-se com ela, na noite passada, o vice Michel Temer e os presidentes do Senado e da Câmara: Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves. A presidente foi informada de que a revolta contra seu governo não se limita ao PMDB. Espraiou-se por todos os partidos “aliados”. E pode comprometer a unidade da coligação, com prejuízos à articulação de 2014.
Repassou-se para Dilma uma avaliação que é consensual no PMDB e arredores: a antecipação da disputa presidencial precipitou os embates nos Estados. Em consequência, os congressistas passaram a se preocupar com suas próprias reeleições. Como se sentem desprezados pelo governo, reagem criando dificuldades para o governo no Legislativo. Para complicar, o PT é adversário dos “aliados” em vários Estados.
Dilma assumiu alguns compromissos retóricos. Pela enésima vez, sinalizou a intenção de azeitar as relações com os partidos. Para diminuir os riscos de atrito, comprometeu-se em reduzir a quantidade de medidas provisórias enviadas ao Congresso. O Código de Mineração, disse ela, irá na forma de projeto de lei. Foi aconselhada a reunir-se com os líderes para informar sobre o conteúdo da proposta.
Antes de avistar-se com Dilma, Temer recebera correligionários. Entre eles o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, que Dilma vê como um desafeto; o ex-líder do governo no Senado, Romero Jucá, que Dilma destituiu da liderança no ano passado; o ministro Moreira Franco, que Dilma nomeou para a pasta da Aviação Civil, mas não permitiu que compusesse sua equipe; e Renan Calheiros, com quem a chefe de gabinete de Dilma. Gleisi Hoffmann, se desentendeu na semana passada. Os interlocutores de Temer passaram em revista as insatisfações.
Um capa preta do PMDB disse ao blog: “Se ainda desconhecia a realidade, algo em que não creio, a presidente agora já não pode alegar que não conhece o quadro. O clima na base de apoio ao governo é de pré-rebelião. Há tempo para resolver. Mas é preciso ter vontade. Se não tiver, os problemas tendem a se tornar mais graves. Se a crise econômica apertar, a fidelidade ao governo vai afrouxar e o caldo pode entornar. Se isso acontecer, ninguém poderá dizer que foi por falta de aviso”.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Autoridades prestigiam vinda da presidenta Dilma ao RN

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A presidenta Dilma Rousseff participa solenidade na Escola de Governo, no Centro Administrativo em Natal, onde entregou máquinas e equipamentos a vários municípios potiguares, além de outras obras para o Rio Grande do Norte.
Dentre os presentes a governadora Rosalba Ciarlini, o vice-governador Robinson Faria, o presidente da Câmara, Henrique Alves, ministro Garibaldi Filho (Previdência Social) e o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, a vice-prefeita Wilma de Faria, senador Paulo Davim e os deputados federais João Maia, Fátima Bezerra, Sandra Rosado, Betinho Rosado, Paulo Wagner, dentre outras lideranças políticas (fotos: Marcos Dantas).

Câmara vai gastar R$ 8 mil para decorar residência oficial de Henrique

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Na Câmara dos Deputados, as preocupações foram outras. Quase quatro meses após o deputado Henrique Alves ser eleito presidente, é hora de decorar a residência oficial. A Casa reservou R$ 8,2 mil para o fornecimento e instalação de 43 m² de cortinas e forros na casa. O tecido das cortinas é linho, da marca Pam.
Fora da residência oficial, a Câmara resolveu renovar as louças e talheres. Serão adquiridas 2.472 xícaras com pires em porcelana para café, por R$ 12,4 mil e 912 para chá, por R$ 8,7 mil. As louças serão da marca Yazi. Mais R$ 10,6 mil foram reservados para a compra de 200 colheres de pau, 912 colheres para café, 1.128 colheres para chá, 3.762 copos de vidro para água e 25 bandejas. As colheres de pau serão da marca Stolf e as demais da Tramontina. Os copos são da Cisper e as bandejas da Brinox.
A Câmara resolveu ainda, encher a despensa de matérias de limpeza. O órgão vai comprar 6.288 frascos de detergente líquido da marca Flops (R$ 5,1 mil), 3.960 esponjas de espuma da Bettanin (R$ 1,7 mil), 2240 pacotes de lã de aço da SB (R$ 1,2 mil), 4.750 unidades de sabão de coco da Atlas (R$ 4,1 mil) e 1.056 unidades de saponáceo em tablete da Radium (R$ 1,1 mil).
A despensa da Casa ainda contará com 70 novos açucareiros de vidro (R$ 1 mil), 84 canecas de alumínio com capacidade para dois litros (R$ 1,4 mil), 312 coadores de flanela nº 10 para café (R$ 1,5 mil), 384 coadores nº 6 (R$ 1,4 mil), 18 unidades de depósito para mantimentos em alumínio (R$ 394), 888 garrafas térmicas (R$ 9,1 mil), 2232 frascos de adoçante (R$ 4 mil) e 300 unidades de base plástica para copo descartável de café (R$ 330).